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Iberodorcadion, Cerambycidae, Coleoptera

Dorcadion brannani

20 Avril 2010, 17:16pm

Publié par Iberodorcadion

 Dbrannani

 

Biologia - Apresenta um ciclo de vida estreitamente ligado às gramíneas. Na fase
larvar, que dura entre um a dois anos, alimenta-se das suas raízes. No Outono inicia a
metamorfose, fechando-se numa pupa, na qual passa todo o Inverno. Na Primavera imerge
como insecto adulto, podendo encontrar-se, nos meses de Maio a Agosto, em zonas mais abertas,
expostos ao sol. Ao contrário das larvas, o insecto adulto quase não se alimenta e tem uma
duração média de vida bastante curta, entre um e dois meses.
É uma espécie com um número elevado de predadores, constituindo uma importante fonte
de alimento para diversos taxa de vertebrados e invertebrados, como répteis, aves, mamíferos e
outros artrópodes.

 

Distribuição - Espécie endémica de Portugal, ocorrendo apenas na serra da Estrela. Existem
registos de indivíduos na serra do Buçaco, mas estes são antigos e carecem de confirmação.

 

Habitat - As populações de Iberodorcadion estão, de uma forma geral, associadas a zonas
montanhosas. I. brannani coloniza os enclaves montanhosos da serra da Estrela, em zonas de
abundância de gramíneas, como ribeiras e planaltos expostos.

 

                          Source:   Centro de Interpretação da Serra da Estrela  - B.N. CISE   Nº 19 Verão 2007

                                        http://www.cise-seia.org.pt/backoffice/download.php?img_name=images_670

 

 

DbrannaniHabitat

 

Iberodorcadion brannani (Schaufuss, 1870)
 
Esta espécie é endémica do maciço central da Serra da Estrela onde apenas ocorre acima dos 1200m de altitude. É um pequeno escaravelho terrestre encontrado debaixo de pedras e caminhando nos prados pedregosos entre os zimbros e os piornos. Algo dificil de fotografar pela sua cor negra, é uma componente importante que interessa preservar, dado que pela sua reduzida área de distribuição mundial e  ameaças (alterações climáticas, destruição de habitat, etc) se encontra em risco.
Source:   http://eduardomarabutonature.blogspot.com/2009/01/iberodorcadion-brannani.html

 

 

5. Os insectos da serra da Estrela

Um número considerável de insectos é endémico da região, como o ortóptero decticídeo Ctenodecticus
lusitanicus, o coleóptero cerambicídeo Iberodorcadion brannani, o carabídeo Zabrus estrellanus, o
melolontídeo Monotropus lusitanicus, característico dos prados de montanha, e o tenebrionídeo Asida
pseudoreticulata pseudoreticulata.

                     Source:  Inventariação e caracterização de áreas florestais naturais do concelho de Seia
                                       – bases para a criação de uma rede de microrreservas
  -         Insectos

                      http://www.eb23-dr-reis-leitao.rcts.pt/Documentos/Clube%20do%20Ambiente/insectos.pdf

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palanca 07/05/2013 20:28


INVERTEBRADOS DE LA PROVINCIA DE SALAMANCA
(Revisión bibliográfica)  por A. PALANCA-SOLER Y E. BALCELLS R.


http://digital.csic.es/bitstream/10261/73836/1/Palanca%20y%20Balcells,%20DEHESA%20SALMANTINA.3er%20FASC%C3%8DCULO.pdf


 


Estudio integrado y multidisciplinario de la dehesa 'salmantina.
1. Estudio fisiográfico descriptivo. 3;r fase .. pp. 183 a 208.
Salamanca-Jaca, 1979.


 


Las datos de cerambícidos se deben a LAUFFER y MART1NEZ DE LA
ESCALERA y se refieren al variable género Dorcadion: D. spinolae DALM
(también mepcionado por LAUFFER de C. Rodrigo) se halla en las Hurdes,
entre densa y variada vegetación y D. dejeani, mencionado por ESCALERA
(1901) como de las Sierras de Béjar y Gredas.

espinho 17/06/2011 20:55



Cette photo a été prise le 8 mai 2011.


... pois aparentemente a espécie é endémica da Serra da Estrela...
Encosta de Espinho, Miranda do Corvo (Serra da Lousã), Portugal.

Source: http://www.flickr.com/photos/antoniogonalves/5707938791/





 



Antonio Verdugo 27/05/2010 20:43



NO estoy de acuerdo en dos afirmaciones sobre lo escrito respecto de Iberodorcadion brannani. Primero que la pupa se encuentre durante todo el invierno. No es así, el periodo pupal de todos los
Iberodorcadion se realiza durante los calores del verano y primeros meses del otoño. Es el adulto pues el que inverna en la celda pupal.


En segundo lugar los adultos sí se alimentan, comen de las mismas gramíneas de las que se nutres en su fase larvaria, e incluso otras de los alrededores.


Un saludo


Antonio Verdugo